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    Senador sobre as eleições: “Algo estranho e perigoso está em curso no Brasil”

    Senador da República pelo estado de Goiás, Luiz Carlos do Carmo utilizou a sua rede social nesta segunda-feira (14) para levantar alguns questionamentos sobre o atual contexto político brasileiro, especificamente no tocante às eleições presidenciais desse ano. Para o parlamentar, “algo estranho e perigoso está em curso no Brasil”.

    “Algo estranho e perigoso está em curso no Brasil! Pesquisas apontando ex-condenado Lula com 50% de intenção de votos. Lula se mostrando tão confiante a ponto de defender abertamente bandeiras que próprios companheiros partidários sugerem que não defenda, por serem muito rejeitadas”, introduziu o senador, ao iniciar a sua série de postagens, que segue abaixo na íntegra:

    “BANDEIRAS COMO: Regular as mídias sociais e a forma de controle à imprensa. Lula quer desfazer reforma trabalhista; desprivatizar Eletrobrás caso se concretize; intervir na Gestão da Petrobrás; acabar com teto de gastos do governo; crescer a intervenção do Estado na economia;

    “Em paralelo, tem um TSE , que apaga os logs da invasão de hackers na sua rede, impedindo que se saiba o que fizeram. O mesmo TSE convida o Exército para participar da fiscalização do processo eleitoral, mas perde o prazo para responder as questões feitas pelo Exército…

    “Isso tudo somado a esse teatro feito pelas ‘pesquisas’ já colocando o ex-presidiário Lula como eleito em qualquer condição é preocupante e mostra que, de fato, o presidente @jairbolsonaro tem razão em se colocar vigilante ao nosso processo eleitoral. Muito estranho!”, concluiu o senador.

    Por se tratar de questionamentos levantados por um senador da República, a notícia sobre este fato pareceu necessária e importante. Todavia, é importante destacar que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem rebatido constantemente, desde o início das especulações em relação à segurança das urnas eletrônicas, acusações sobre suspeitas de fraude em seus sistemas.

    Segundo o TSE, não houve até então qualquer violação das urnas eletrônicas no país, a ponto de comprometer os resultados das eleições brasileiras, incluindo as de 2018, sendo estas consideradas seguras e confiáveis, também, para o pleito desse ano.

    Quanto aos questionamentos levantados pelas Forças Armadas, dos quais se referiu o senador Luiz do Carmo, o TSE encaminhou as respostas nesta segunda-feira. Em uma nota divulgada também pelo Tribunal, a Corte nega que os militares tenham apontado “vulnerabilidades” no sistema eleitoral, mas tão somente o desejo de compreender melhor o seu funcionamento.

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