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    Camargo: “Para a esquerda, preto tem que bater lata, fumar maconha e pichar muro”

    Desde que assumiu a presidência da Fundação Palmares, Sérgio Camargo vem enfrentando críticas por parte de quem sempre enxergou às temáticas relacionadas ao movimento negro pelo viés da esquerda. A chegada dele ao comando da organização, no entanto, bateu de frente com essa perspectiva, trazendo um novo olhar sobre a causa.

    Crítico do que ele chama de “vitimismo” e das pautas de esquerda, Camargo costuma usar as suas redes sociais para rebater os críticos. Nesta quinta-feira (27), por exemplo, ele comentou uma crítica que recebeu por divulgar o seu gosto pela música clássica.

    “Há inúmeros ataques racistas da esquerda contra mim; alguns, porém, se destacam.
    De um chargista do BBB, que tem canal no YouTube: ‘Você não pode presidir a Palmares porque está desconectado de suas raízes africanas'”, exemplificou Camargo.

    Ele então rebateu: “O youtuber disse isso porque postei um concerto para piano de Brahms, um dos meus compositores favoritos. Para a esquerda, preto tem que bater lata, fumar maconha e pichar muro.” Veja também:

    “Nenhum negro é assassinado só porque é negro”, diz Sérgio Camargo

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