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31 Agosto, 2025
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    Viés ideológico? Mídia divulga versão do Hamas sobre ataque a hospital; Israel nega

    Veículos de jornalismo em todo mundo começaram a divulgar que Israel teria atacado um hospital na Faixa de Gaza, matando ao menos 300 pessoas, com fontes se referindo a 500. Essa versão, contudo, foi divulgada pelo Ministério da Saúde palestino local, que é controlado pelo grupo terrorista Hamas.

    Isto é, as fontes desses veículos foram originadas de informações divulgadas por terroristas. O mais chamativo é que, inicialmente, esses veículos fizeram manchetes taxativas, acusando os israelenses pelo ataque.

    A revista Istoé, por exemplo, publicou: “Israel ataca hospital em Gaza e deixa pelo menos 500 mortos”. O jornal O Globo, publicou: “Ataque aéreo de Israel a hospital deixa ao menos 500 mortos, diz Ministério da Saúde de Gaza.”

    O portal UOL também repercutiu manchete acusatória, escrevendo o seguinte: “Ataque de Israel a hospital em Gaza deixa ao menos 500 vítimas, diz Ministério da Saúde da Palestina”.

    As informações, contudo, foram negadas pelo governo de Israel, com o porta-voz das Forças de Defesa Israelense (IDF), RAdm. Daniel Hagari, gravando um vídeo para desmentir as acusações baseadas nas fontes terroristas.

    Segundo o porta-voz, A Jihad Islâmica (outro grupo terrorista que opera em Gaza) é responsável pelo foguete que atingiu o hospital em Gaza. As mídias do governo de Israel divulgaram vídeos onde é possível ver evidências de que um foguete lançado pelos terroristas, com defeito, teria atingido o hospital.

    Fontes palestinas continuam afirmando que a explosão foi o resultado de um ataque aéreo israelense, mas as IDF negaram, afirmando que foi causada por um foguete com falha de disparo lançado de dentro de Gaza pela Jihad Islâmica Palestina.

    Opinião editorial: A questão que deve fazer o mundo pensar, é: um grupo terrorista assumiria a responsabilidade por um ataque falho que matou centenas de pessoas em seu próprio território?

    Não seria mais viável imaginar que esse mesmo grupo, já responsável pelo assassinato brutal e intencional de mulheres, crianças e idosos, está aproveitando uma tragédia humanitária provocada por erro dele mesmo, a fim de criar uma onda de comoção contra o seu inimigo, Israel?

    Israel, por sua vez, seguindo as leis de guerra, preocupado com a propaganda negativa já largamente propagada pelo Hamas, e utilizando tecnologia de mísseis de precisão, dificilmente bombardearia um hospital repleto de civis, salvo por um tremendo e inimaginável erro.

    Tudo leva a crer que, de fato, foi a Jihad Islâmica a responsável pelo ataque falho, algo que parece ter sido completamente ignorado pelos grandes veículos de jornalismo em um primeiro momento, os quais não se deram ao trabalho de averiguar a versão israelense sobre o incidente, antes de soltar manchetes acusatórias. Por quê? Assista:

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