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    “Não há alternativa às sanções, a não ser a guerra mundial”, diz ministro da Rússia

    O confronto entre a Rússia e a Ucrânia segue na segunda semana, desde que a guerra foi desencadeada pelos russos, o que provocou uma série de sansões impostas pelos Estados Unidos, membros da OTAN e da União Europeia. Em resposta, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, declarou nesta quarta-feira (02) que uma terceira guerra mundial poderá acontecer.

    Ao citar o presidente americano Joe Biden, Lavrov declarou que ele “tem experiência e sabe que não há alternativa às sanções, a não ser a guerra mundial”, e que isso representaria “uma guerra nuclear devastadora”.

    A declaração foi dada durante uma entrevista à rede de televisão Al Jazeera. Na terça-feira (01), em seu primeiro discurso no Estado da União, pronunciamento que é feito anualmente no Congresso dos Estados Unidos e transmitido para lideranças no mundo inteiro, Biden anunciou mais sansões contra os russos, incluindo o fechamento do espaço aéreo americano.

    “A guerra de Putin foi premeditada e não provocada […] Ele achou que o Ocidente e a Otan iriam se dividir. Ele pensou que poderia nos dividir. Ele estava errado”, disse o presidente dos EUA.

    “Hoje eu digo aos oligarcas russos e líderes corruptos que roubaram bilhões de dólares deste regime violento, não mais. Estamos nos unindo aos nossos aliados europeus para encontrar e apreender seus iates, apartamentos de luxo, jatos particulares. Estamos atrás de seus ganhos ilegítimos”, destacou Biden.

    A Rússia, por outro lado, já declarou que possui muitos “amigos” no mundo e que por isso não seria isolada. A China, por exemplo, é um dos grandes parceiros do presidente Vladimir Putin, que está no poder desde 2000.

    No continente americano, países como Venezuela, Nicarágua e Cuba também já declararam apoio aos russos. O Brasil, que se preocupa com o fornecimento de fertilizantes russos para a sua agropecuária, vista como fundamental para a economia nacional, vem buscando se manter neutro diante do conflito no Leste europeu.

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