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    Prefeitura gasta R$ 4,1 milhões na compra de respiradores quebrados e falsificados

    A pandemia do novo coronavírus tem feito com que alguns prefeitos e governadores se tornem alvos de críticas, após a compra de equipamentos de saúde considerados superfaturados ou com defeitos.

    Em um dos exemplos, no entanto, a própria Prefeitura se preocupou em denunciar o prejuízo tomado em uma das compras. O episódio aconteceu em Rondonópolis, terceira maior cidade de Mato Grosso.

    Após estranhar o estado dos respiradores pulmonares adquiridos, a Prefeitura chamou a polícia. Eles verificaram que os 22 respiradores comprados por R$ 4,1 milhões eram falsos. O fornecedor dos produtos já foi preso.

    Um caso semelhante ocorreu No Pará. 152 aparelhos respiradores de um total de 400 importados da China, por R$ 50 milhões, chegaram com defeito no estado. A denúncia foi realizada pelo próprio governador, Helder Barbalho (MDB).

    Em São Paulo, o governo de João Doria (PSDB) será investigado pelo Ministério Público Estadual pelo gasto de R$ 574 milhões na compra de respiradores chineses, sem licitação. A suspeita é de que o custo elevado dos produtos pode ter sido resultado de superfaturamento.

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