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Sábado, 2 Julho, 2022

Após prisão de Sara Winter, Zambelli pede união: “Momento mais duro da República”

Foi presa na manhã desta segunda-feira (15) a ativista pró-Bolsonaro, Sara Winter, pela Polícia Federal, após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que acolheu um pedido feito pela Procuradoria Geral da República.

Sara é uma das integrantes do grupo conhecido como “300 de Brasília”, o qual vem realizando manifestações em prol do governo há semanas na Capital Federal. Aparentemente, ela foi presa por causa de uma ação feita no sábado (13), quando fogos de artifício foram disparados contra a sede do STF.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) comentou a prisão de Winter: “Sempre fui adepta de protestos pacíficos, me revoltei muitas vezes contra Ministros do STF e mostrei essas indignações através dos ‘bonecos’ de alguns deles, chegaram a me denunciar na a polícia Federal por grave ameaça à ordem pública.”

Zambelli explicou que tentou acalmar os ânimos da colega ativista, mas não obteve resultado positivo. Ela destacou o caráter mais “explosivo” de Sara Winter, mas defendeu que a ex-feminista não oferece risco à ordem pública.

“Pedi há alguns dias à própria Sara que baixassem a temperatura por conta deste momento. Ela fez o contrário, aumentou a temperatura e tem uma personalidade explosiva, mas nem de longe é uma pessoa perigosa”, disse Zambelli em sua conta no Twitter.

Por fim, a deputada também criticou alguns ministros do Supremo. “Estamos em tensão constante, pois membros do STF vem invadindo os poderes legislativo e executivo”, argumentou.

“Precisamos nos unir! Unir em torno do governo, pois, estamos no momento mais duro da República, pós CF/88. Vamos nos manifestar pacificamente, buscando ajudar o Presidente Jair Bolsonaro, eleito por 57 milhões de brasileiros que tem esperança na mudança!”, argumenta Zambelli.

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