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    CPI da Pandemia quebra sigilo telefônico e telemático da médica Nise Yamaguchi

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa apurar supostos crimes de responsabilidade na gestão da pandemia do coronavírus no Brasil, acabou de aprovar um requerimento pela quebra dos sigilos telefônico e telemático da doutora Nise Yamaguchi.

    Yamaguchi, médica oncologista e imunologista com mais de 40 anos de experiência e nome reconhecido mundialmente, está sendo acusada por senadores da oposição de ter integrado um suposto “gabinete paralelo” durante a gestão do ex-ministro Eduardo Pazuello, no Ministério da Saúde.

    A intenção dos parlamentares é colher mais informações sobre o suposto “gabinete”, para isso até mesmo a quebra de sigilo de mensagens trocadas via aplicativos e emails foi aprovada, além da telefônica.

    A CPI também aprovou a quebra de sigilo dos ex-ministros Pazuello e Ernesto Araújo, das Relações Exteriores. Figuras como a do governador do Amazonas, Wilson Lima, que se recusou a comparecer para prestar depoimento nesta quinta-feira (10), após liminar concedida pelo STF, não foram mencionadas.

    A quebra de sigilo, contudo, poderá causar repercussão negativa no mundo político e entre entidades médicas e até militares, uma vez que envolve a intimidade de figuras importantes no cenário nacional, contra as quais não pesam quaisquer acusações de crimes. Entenda mais:

    ‘Me sinto agredida e em um tribunal de exceção’, diz Nise Yamaguchi na CPI da Covid

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