Segundo informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, a cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT) vem se mobilizando para tentar reduzir o número de debates entre os candidatos à presidência da República este ano, alegando que a quantidade atual prevista poderá prejudicar, supostamente, a campanha eleitoral.
O jornalista Guilherme Fiuza criticou a opinião da liderança do PT, sugerindo que a ideia teria como objetivo evitar a exposição do líder petista, a fim de manter uma aparência que supostamente não estaria de acordo com o que é visto nas ruas.
“Deles [do PT], a gente espera sempre o pior, pelo [que] já [foi] demonstrado. Mas esses empertigados, esses cheirosos, ricos, que querem criar essa democracia de proveta com esses personagens, estão sonhando com tudo artificial: pesquisa artificial, popularidade artificial de um homem que não pode sair na rua, porque roubou o povo, e talvez uma votação artificial”, disparou Fiuza no programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan News.
Fiuza ainda sugeriu que Lula teria tido suas condenações anuladas no âmbito da operação Lava Jato de Curitiba, no Paraná, porque “tem muitos amigos” na “máxima Corte” do país, em referência ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“E agora não tem debate. No caso do Lula, o único debate que ele tem que travar é com a polícia. É um ladrão, um criminoso condenado e, depois, descondenado pela máxima Corte, onde ele tem muitos amigos. Se o Brasil não cair no mundo da fantasia da delinquência, o único debate que o Lula tem que ter é com a polícia”, concluiu o jornalista.