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Sábado, 25 Junho, 2022

Mendigo que virou celebridade já participou de sequestro que teve bebê amordaçado

Givaldo Alves de Souza, que ficou conhecido como o “mendigo” de Planaltina após se envolver numa relação sexual com a esposa de um personal trainer que estava em surto psicótico, possui em seu histórico um passado criminoso envolvendo o sequestro de uma família e um bebê amordaçado.

O agora ex-mendigo foi condenado por furto qualificado, cometido em 2001, e extorsão mediante sequestro, em 2004, quando chegou a ser preso em flagrante. Após a condenação, Givaldo cumpriu pena de 8 anos de prisão em regime fechado, em São Paulo.

No sequestro, uma mulher de 33 anos, seu esposo de 34 e o filho, um bebê de apenas 1 ano e oito meses, foram abordados quando saíam de casa em junho de 2004. Eles foram levados para dentro da própria casa, onde criminosos fizeram um arrastão.

Na saída, o pai e o bebê foram amordaçados, enquanto a mulher foi levada sequestrada. No dia seguinte, os criminosos ligaram para o esposo, pedindo uma quantia de R$ 300 mil para o resgate.

Tudo ocorreu “mediante emprego de violência consistente em amordaçar Luciano e seu filho de 1 ano e 8 meses de idade e empregando armas de fogo”, disse o promotor José Carlos Guillem Blat, no processo a que o Metrópoles teve acesso, segundo o Estado de Minas.

Givaldo foi preso em flagrante quando foi buscar o valor do resgate, o qual seria pago na Praça do Forró, em São Miguel Paulista. Ele alegou inicialmente que havia recebido uma quantia de R$ 500 apenas para buscar o dinheiro, e que não teria participado do sequestro.

No entanto, após ser preso, o ex-sem-teto levou os policiais até o cativeiro, mas a essa altura a vítima já havia sido libertada. Ele disse que teria ido ao local uma vez, porém, não viu a mulher.

O passado criminal do ex-mendigo veio à tona após ele se tornar praticamente uma celebridade, se tornando, também, um influenciador virtual. Para saber mais sobre ele, veja a matéria abaixo:

Mendigo é investigado criminalmente; psicóloga suspeita de ‘estupro de vulnerável’

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