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    Membro do MBL é espancado ao fiscalizar Universidade Federal: “Quase morri”

    João Bettega, membro do Movimento Brasil Livre (MBL), gravou um vídeo para denunciar que foi vítima de agressão por parte de estudantes ligados à esquerda política, segundo ele, nas dependências da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

    “Acabei de sofre uma tentativa de homicídio na UFSC, entrei lá para fazer uma fiscalização e 5 pessoas me encurralaram e me arrebentaram na porrada. Estou bem machucado, eu quase morri. Graças a Deus acabei sobrevivendo”, afirmou o influenciador de direita.

    O MBL vem fazendo ações nas universidades públicas, denominada “Inimigos Públicos”, com o objetivo de denunciar o que considera descaso com o ensino público superior no país. Na ocasião, os ativistas do grupo estavam limpando pichações em uma parte da instituição de Santa Catarina, pintando paredes com tinta branca.

    Após o episódios, figuras públicas como o senador Sérgio Moro manifestaram apoio ao influenciador. “A aposta do Governo Lula na continuidade da polarização estimula, na prática, a violência política”, comentou o ex-juiz da Operação Lava Jato.

    Em nota, a UFSC buscou acusar, indiretamente, os membros do MBL de invasão ao seu campus, minimizando a gravidade da agressão sofrida em suas dependências, supostamente por estudantes ligados à universidade,

    “Cabe destacar que a Universidade condena a ação de grupos organizados, externos à instituição, que promovem invasões a espaços educacionais e atitudes que claramente expressam o desconhecimento da realidade institucional, maculando a imagem da UFSC”, disse a instituição.

    Para o deputado federal Kim Kataguiri comentou o caso, dizendo que isso é reflexo da situação atual das universidades públicas no tocante ao aparelhamento ideológico, segundo ele, por parte de “fascistas travestidos de estudantes” no Brasil.

    “Hoje na UFSC é um triste retrato da realidade: há um bom tempo nossas Universidades Federais não são mais um ambiente democrático. Já sofri algo parecido na Unifesp ano passado. Ou libertamos nossas instituições desses militantes fascistas travestidos de estudantes, ou nossos jovens continuarão a viver oprimidos dentro de um espaço que deveria ser plural. O MBL não vai se intimidar!”, criticou o parlamentar. Assista:

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