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Quarta-feira, 29 Junho, 2022

Fachin nega pedido da PF e proíbe investigação sobre suposta propina para Toffoli

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin indeferiu nesta sexta-feira (14) o pedido da Polícia Federal de abertura de um inquérito para investigar supostos repasses ilegais ao ministro Dias Toffoli.

Fachin proibiu também a polícia de qualquer ato de investigação a partir da delação do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que embasava o pedido da PF.

“[Determino] que a autoridade policial se abstenha de tomar qualquer providência ou promover qualquer diligência direta ou indiretamente inserida ou em conexão ao âmbito da colaboração premiada em tela até que se ultime o julgamento”, afirma o ministro em sua decisão.

A reação ao parecer de Fachin foi crítica nas redes sociais. Pessoas que já eram críticas da forma de atuação dos ministros do STF usaram a web para reagir. “O sistema é foda, cada um defendendo seus pares”, comentou um internauta em uma postagem da Folha.

“O estado democrático de direito vale até chegar nos ministros do STF. Aí a regra do jogo muda”, postou outro usuário. Em seu pedido de investigação, a Polícia Federal havia levantado a suspeita de que Toffoli teria recebido cerca de R$ 4 milhões de propina para alterar sentenças. Saiba mais:

Janaína pede a retirada do sigilo das investigações sobre Dias Toffoli, do STF

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