Conforme a Tribuna de Brasília noticiou esta semana, o governo dos Estados Unidos já vem avaliando a possibilidade de punir o comandante do Exército Brasileiro, general Tomás Paiva, com a retirada do seu visto de entrada no país. A explicação, ao que parece, tem um motivo.
A razão seriam reuniões mantidas entre o general e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que segundo informações repassadas pela imprensa teria sido o responsável por orientar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na ocasião da escolha do general para o comando do Exército, durante a transição do governo.
Como Moraes foi sancionado pelos EUA com a Lei Magnitsky, que também prevê a punição de toda rede de apoio ao sancionado, o general Tomás Paiva, portanto, seria um dos potenciais alvos do governo americano, sendo os encontros dele com o ministro uma evidência a esse respeito.
É por isso que, segundo o jornalista Paulo Cappelli, do Metrópoles, o governo americano teria “mapeado” as reuniões do general com Moraes, ao que tudo indica, a fim de embasar uma provável punição contra o militar, sob o argumento de que ele estaria atuando sob a influência do magistrado.