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    Líder do governo acusa o TSE de ter feito “campanha explícita” contra Bolsonaro

    O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados, concedeu uma entrevista ao Jornal Gente, da rede Bandeirantes, onde comentou sobre a vitória de Lula no segundo turno da eleição presidencial realizada no dia 30 passado.

    O parlamentar chegou a acusar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de ter feito “campanha explícita” contra Bolsonaro, mediante decisões que teriam, supostamente, favorecido o líder petista.

    “Foi uma campanha explícita do TSE contra o presidente Jair Bolsonaro (PL)”, afirmou Barros. O deputado também criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), veladamente, porque teria deixado Lula se candidatar à Presidência da República. O líder petista foi condenado à prisão em 2018, no âmbito da operação Lava Jato, por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Em 2019, porém, o STF julgou a nulidade dos processos contra Lula, alegando que os mesmos foram julgados numa jurisdição errada, no caso em Curitiba, no Paraná. Também foi julgado e decidido que o então juiz Sérgio Moro, responsável pelas decisões de primeira instância na Lava Jato, atuou de forma parcial nos processos contra Lula, apesar do petista ter sido condenado, também, nas instâncias superiores, por outros magistrados.

    “E eu sempre digo, o presidente eleito Lula vai exercer seus quatro anos de mandato, mas tem que agradecer todos os dias, em primeiro lugar ao Supremo Tribunal Federal (STF), que o deixou ser candidato, e ao TSE, que fez uma deliberada campanha a seu favor, prejudicando diretamente ao candidato Jair Bolsonaro”, completou Ricardo Barros.

    O líder do governo também criticou os institutos de pesquisa, alegando que eles também teriam influenciado o resultado final das eleições 2022. Para Barros, além do STF e TSE, Lula também terá que agradecer “às pesquisas erradas, que lhe davam margem, lhe davam o primeiro turno garantido, o que não aconteceu, e depois lhe deram margem ampla contra Bolsonaro, o que também não aconteceu.”

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