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    Defensores do impeachment de Bolsonaro querem “que eu desorganize o país”, diz Lira

    Enquanto ocorre uma verdadeira batalha de narrativas sobre fatos na CPI da Pandemia, na Câmara dos Deputados a pressão que existe por parte da oposição é pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, algo que Arthur Lira nega haver  chance de avanço, bem como contexto que justifique tal iniciativa.

    Em uma entrevista para a Exame, o presidente da Câmara apontou que mesmo que ponha para análise algum dos pedidos já protocolados, ele não passaria devido o apoio majoritário ao governo.

    “Você quer dizer que o presidente Bolsonaro não tem voto na Câmara para segurar um pedido de impeachment?”, questionou Lira ao ser perguntado se haveria condições de impichar Bolsonaro. “Que ele não tem base de apoio popular para se contrapor a um pedido de impeachment?”

    Para Lira, a pressão pelo impeachment é fruto de uma oposição que deseja a desestabilização do país. “Então, o que é que estão querendo? Que eu desorganize o país, que eu comece uma conflagração de 122 votos que querem contra 347 que não querem? Vocês querem testar? O que a população quer é testar? Acha que é o caminho?”, afirmou.

    Lira argumentou também que não possui o dever de fazer impeachment, visto que a sua função, como presidente da Câmara, é de neutralidade. Mas também argumentou que do seu ponto de vista não enxerga condições para um processo politicamente tão traumático dessa natureza.

    “O que eu estou dizendo é que o impeachment é feito com circunstâncias, com uma política fiscal desorganizada, uma política econômica troncha. O impeachment é político”, concluiu. Veja mais:

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